domingo, 5 de março de 2017

Estrela Guia



Estrela Guia
Tomaz Lima Homem de Bem
  
Minha estrela-guia que desfaz a escuridão
Minha estrela-guia que desfaz a escuridão
Brilha, brilha intensamente dentro do meu coração
Brilha, brilha intensamente dentro do meu coração
Onde existe luz não pode haver escuridão
Onde existe luz não pode haver escuridão
Ilumina o meu caminho e me proteja contra o mal
Ilumina o meu caminho e me proteja contra o mal

Adana Mia Cigana



segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Lenda do Pinheiro de Natal




Há muito, muito tempo, na noite de Natal, existiam três árvores junto do presépio: uma tamareira, uma oliveira e um pinheiro. Ao verem o Menino Jesus nascer, as três árvores quiseram oferecer-lhe um presente. A oliveira foi a primeira a oferecer, dando ao Menino Jesus as suas azeitonas. A tamareira, logo a seguir, ofereceu-lhe as suas doces tâmaras. Mas o pinheiro, como não tinha nada para oferecer, ficou muito infeliz. As estrelas do céu, vendo a tristeza do pinheiro, que nada tinha para dar ao Menino Jesus, decidiram descer e pousar sobre os seus galhos, iluminando e enfeitando o pinheiro. Quando isto aconteceu, o Menino Jesus olhou para o pinheiro, levantou os braços e sorriu! Reza a lenda que foi assim que o pinheiro – sempre enfeitado com luzes – foi eleito a árvore típica de Natal.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Banalização da Violência em Redes Sociais


Hoje eu gostaria de falar de coisas doces, sobre a natureza, sobre o amor, mas como falar de flores se hoje só vejo e leio coisas que me incomodam. Não deveríamos ser tão desinteressados da realidade apenas para sobreviver como se vivêssemos no país das maravilhas, acho que a indiferença não deveria se tornar habitual, corriqueira e cotidiana. O fato de você não gostar disto ou daquilo não significa que compartilhando imagens que banalizam a violência, o preconceito e a vida seu problema será resolvido.
  • Seu problema será resolvido quando cobrar dos políticos, aqueles os quais votou se é que ainda se lembra...
  • Será resolvido quando participar do plano diretor de sua cidade, se é que você sabe o que é isso...
  • Será resolvido quando participar da reunião de pais do seu filho na escola...
  • Será resolvido quando você sair do mundo das ideias e observar o mundo ao redor e ver que a miséria existe e que a indiferença mata mais que a fome...
  • Será resolvido quando você se sair da frente da tela de um computador e for pra rua de forma civilizada lutar por um mundo melhor.
  • Será resolvido quando você parar de cobrar um português correto dos outros se você é incapaz de interpretar um texto ou uma mensagem subliminar e ainda sair compartilhando, disseminando ódio, rancor e valores desnecessários e

Eu ainda saio deste Facebook...

Riscos da banalização
Aceitar que a violência possa ser banalizada e naturalizada é uma tentativa de diluir o seu impacto, seu terror; de se evadir de seus efeitos, de não se implicar com a existência de suas manifestações e com as possibilidades, por pequenas que sejam, de sua transformação. “Esta banalização da violência é, talvez, um dos aliados mais fortes de sua perpetuação”. Resignado à ideia, inculcada pela repetição do jargão de que somos ‘instintivamente violentos’, o homem curva-se ao destino e acaba por admitir a existência da violência, como admite a certeza da morte. A virulência deste hábito mental é tão daninha e potente que, quem quer que se insurja contra este preconceito, arrisca-se a ser estigmatizado de "idealista", "otimista ingênuo" ou "bobo alegre" Maria Laurinda Ribeiro de Souza.

http://www2.uol.com.br/percurso/main/pcs25/abanalizacaodaviolencia.htm

sábado, 24 de agosto de 2013

Eu

Sei lá o que acontece, sabe aqueles dias que sentimos nostalgia, saudades do que vivemos e do que não vivemos. Não é tristeza, é algo sem explicação, sem pé, nem cabeça. Talvez também a falta dos meus amigos de verdade, daqueles que passamos um dia conversando, sem parar, sem cansar.

Só sei que andamos carentes de pessoas interessantes e quando nos deparamos com uma, ficamos babando e meio que apaixonando mesmo, nem sei se essa palavra existe...Quero mais gente assim do meu lado, preciso, necessito.

Tem dias que há momentos de imensa alegria, mas ficar nisso o tempo todo não é verdadeiro, é meio falso, é meio esquisito. Então o melhor é vivenciar esse sentimento que existe no momento. Daqui a pouco passa e outras coisas aparecem. É assim que sou, meio doce, meio amarga, porém nunca sem sal...


"Ave de Prata", por Filipe Catto

Já era apaixonada pela música e agora essa interpretação que invade a alma...Daquelas que escutamos mil vezes sem cansar.


Ave de Prata - Zé Ramalho

É muito mais do que muito
Muito mais do que quantos anos todos piorei

É muito mais do que mata
Muito mais do que morrem todos pela planta do pé
É muito mais do que fera
Mais do que bicho quando quer procriar
Uma espécie, sementes da água, mistérios da luz
Émuito mais do que antes
Mais do que vinte anos multiplicar
Dividir a mentira
Entre cabelos, olhos e furacões
Inventar objetos
Pela esfinge quando era mulher
Ave de prata
Veneno de fogo
Vaga-lume do mar
O mar que se acaba na areia
Gemidos da terra apoiados no chão
Entre todos que usam os dentes do arpão
Apoiados em cada parede pela mão
Pela mão que criou tantas trevas e luz
e cada coisa perdida
Perdidamente pode se apaixonar
Pela última vida
Poucos amigos hão de te procurar
Como é o silêncio?
E nesse momento, tudo deve calar
numa história que venha do povo
O juízo final